Reading on The Kindle

I’m a pretty recent Kindle user. I’ve bought one about a month ago and just recently started to read on it. It works like a real book for me : no eye strain, you can read at direct sunlight and, having also acquired the lighted leather cover, I’m able to read at dark environments where there’s no or little lighting.

Plus the convenience of having the huge Amazon huge catalog of you disposal, lower prices for the electronic version of books and the fact that you can thousands of books at your hands inside your Kindle, without the discomfort of having to carry huge piles of paper around.

It’s important to note that I bought the e-book reader only version, not the tablet member of the Kindle family. I gave it a lot of thought before setting on the e-reader only device. My goal was to acquire a reading device with exactly the good features I just cited above and not anything else.

A tablet and all the social features it would bring with it would distract any reader from the experience of a good reading session. And I can confirm that having opted for the e-book reader only device actually improved my concentration on the text being read instead of me being distracted by Facebook/Twitter/whatever social bling would be available to look up in a tablet device.

However, there’s one caveat : technical content. For pure non-technical content, Kindle, the e-book reader only device, is superb. It will let you focus on the book being read nicely and get your “job” done. But, alas, for reading technical content it’s not all that good as I initially thought.

The Kindle has an ecosystem of things which will make the life of its users easier. Chrome’s “Send To Kindle” extension is one of these little assistants which are really nice. It will take a webpage, convert and format it to Kindle’s format and deliver it wirelessly to your Kindle for your own reading pleasure.

For a tech guy like me, you can imagine it’s a huge win to be able to send blog posts, articles and feed content to The Kindle and read it anywhere, anytime. Yes, indeed it is. But technical content is full of references to other online resources in the form of hyperlinks.

Here’s where Kindle, the e-book reader only device, is not a good device : web browsing. Sure, there’s a rudimentary web browser available and you can use it to browse any website using Kindle’s WiFi connection. The problem is that the device just wasn’t designed for this purpose.

Page turns are ok for reading a book, but are irritating slow for web browsing. The browser is also designed so it would essentially let you to read Wikipedia and access Amazon’s WebStore and that’s it. Trying to access anything else is a pain as it doesn’t support most modern browser technologies and rendering is really slow.

So, for me, Kindle, the e-book reader device, is a nice gadget for non-technical material reading. For anyone who are into the IT industry and needs to regularly read technical blog posts, articles and jump from page to page following references, I would suggest to buy a tablet instead.

That’s what I’m planning on doing in a not so distant future. Maybe even the Kindle Paperwhite, if Amazon finally lands officially here at my country before I set my buying decision on another tablet option already available at my country.

Criando conteúdo a partir do Tomboy

Muitos já devem ter ouvido falar do Tomboy. É um simples e simpático utilitário de notas pessoais, no estilo Post-It, mas que utiliza o mesmo conceito de links de um Wiki para ligar idéias/notas.

Já havia começado a utilizá-lo há um bom tempo atrás, mas, por algum motivo que não me vem a mente no momento, simplesmente deixei de utilizá-lo e acabei esquecendo de sua existência.

Nos últimos dias, estava procurando uma solução para me auxiliar a anotar pensamentos e idéias rápidas, de forma simples, sem muita frescura, somente para que as mesmas não se percam. Com o tempo, de pois, as mesmas podem ser mais bem trabalhadas. O importante é, como em fotografia, capturar o momento.

O Tomboy é útil exatamente para isso. Você está lendo, ouvindo, escrevendo ou vendo algo e uma idéia interessante surge. Ao invés de se iludir tentando guardá-la na cabeça e correr o risco de perdê-la posteriormente, você simplesmente a anota em uma nota no Tomboy.

Durante os dois ou três dias em que recomecei a utilizá-lo, o Tomboy já me auxiliou a organizar idéias pessoais e profissionais e já consegui finalizar algumas tarefas que sempre ficavam pendentes por eu acreditar que eram muito simples para serem anotadas.

Ledo engano, visto que sempre acaba me esquecendo das mesmas e, no final das contas, nunca as realizava, já que nunca lembrava das mesmas ao emaranhado de idéias em ebulição que pintam em minha mente a todo momento.

Um do recursos que eu procuro em qualquer software que seleciono para incluir em minha rotina de uso é a capacidade de, além de ser simples, não atrapalhar. Ou seja, o software precisa fazer o que se propõe a fazer e não criar empecilhos e/ou dificuldades para que seu uso seja efetivo.

O Tomboy fornece isso, ficando lá, estacionado quietinho no painel do GNOME como todo applet bem comportado deveria fazer, sendo facilmente alcançado com um clique ou uma única combinação de teclas, aparecendo somente quando chamado e desaparecendo o mais rápido possível para não interferir no fluxo de trabalho.

Além dessas características, outra coisa que o Tomboy oferece é uma arquitetura de plugins. Ele já é fornecido com inúmeros plugins e possui diversos outros desenvolvidos por terceiros, os quais acrescentam funcionalidades interessantes.

Um exemplo são os plugins de sincronização de notas. Enquanto a sincronização de notas online não se estabelece como um recurso carimbado como estável e o serviço Snowy (o qual utilizará a nova Tomboy Web REST API para colocar suas notas na nuvem) não é oficialmente lançado, podemos fazer uso dos plugins de sincronização de notas em diretórios locais ou remotamente via WebDAV ou SSH, usando sshfs/FUSE.

Venho usando a sincronização de notas através do plugin de sincronização SSH, que utiliza a tecnologia FUSE para “montar” um espaço em um servidor remoto, via SSH, e armazenar as notas do Tomboy lá, remotamente.

Dessa forma, é possível ter acesso a suas notas a partir de qualquer computador que tenha o Tomboy instalado. Não possuo Microsoft Windows instalado, mas já testei o Tomboy em GNU/Linux e MacOS e existem versões para Windows. Suas notas em qualquer lugar, a partir de qualquer plataforma.

Por ser de fácil uso, o Tomboy lhe incita a escrever notas sobre os mais simples e, aparentemente, mais inofensivos pensamentos possíveis. Isso é ótimo, pois invariavelmente você acaba sempre se lamentando de ter esquecido uma boa idéia que lhe passou pela cabeça e acabou sendo esquecida.

Idéias boas são raras. Não devemos tentar ficar exercitando o cérebro tentando armazená-las indefinidamente. Além de ser quase impossível, existem outros usos mais nobres para nossas mentes do que ficar guardando cada pequeno pensamento. Deixe uma ferramenta como o Tomboy fazer o trabalho sujo para você.

Um outro exemplo de plugin que comecei a utilizar agora e que, acredito, passarei a utilizar com uma frequência muito maior daqui em diante é o TomboyBlogposter, um plugin para postar suas nota do Tomboy como posts em seu blog.

Este, senhoras e senhores, é o primeiro post que vos ofereço, diretamente do meu novo “bloco de notas” pessoal virtual, o Tomboy.